Preto, pobre e suburbano

Esse aqui é o cotidiano de um simples jornalista carioca que mora e circula pra cima e pra baixo na cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro. Mas acaba sempre voltando pra a base, em Bangu - terra onde só os fortes sobrevivem pq é longe pra burro e tem que ter saco pra aturar as idas e vindas...

segunda-feira, janeiro 30, 2006

Já após ter feito o carreto em Caxias, a chuva pegou pesado na chegada ao estádio. Bandeira do Flamengo, toucão (daquelas com pompom que passam da cintura) e camisa rubro-negra davam um certo peso. Molhou, pesou.

Fiquei meio decepcionado com a entrada do estádio. Foi alardeado que fizeram reforma e tal, foi no gramado e nas cadeiras, mas bem que poderiam ter melhorado a entrada dos torcedores. Milhares de pessoas se acotovelam para entrar em minúsculos currais onde estão as roletas. É falta de respeito com o sujeito q sai de casa, gasta seu dinheiro pra ver uma partida de futebol. Nesses mesmos currais, poças enormes faziam com que todos molhassem os pés antes de entrar no estádio. Lamentável. Coisa de estadiozinho merreca, não condiz com a grandiosidade do Maracanã.