Preto, pobre e suburbano

Esse aqui é o cotidiano de um simples jornalista carioca que mora e circula pra cima e pra baixo na cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro. Mas acaba sempre voltando pra a base, em Bangu - terra onde só os fortes sobrevivem pq é longe pra burro e tem que ter saco pra aturar as idas e vindas...

quinta-feira, agosto 19, 2004

Surtos comprativos sambísticos

E não é q meti a mão no bolso pra comprar pra mim Tudo Azul, da Velha Guarda da Portela? Há anos olho pra ele e repito pra mim "quanto tu ficar mais barato te levo pra casa". Após tanto tempo de espera enchi o saco de esperar, fui lá e levei o tal cd azul pra casa.

Aí, de lambuja, passei por outro canto e tava lá Dona Edith do Prato, baiana de Santo Amaro da Purificação, no Recôncavo Baiano. Dona Edith é amiga de Dona Canô, a progenitora de Bethania e Caetano. O q fiz? Meti a mão no bolso e levei pra casa tb. A vovó baiana é sensacional, cantadora do bom e velho (mas velho mermo) samba de roda do Recôncavo. Show de bola.

Aí, por fim, bundeava por uma livraria, meio de bobeira olhei pro Sambeabá, livro em q Nei Lopes, fala da origem e caminhos tomados pelo samba. Menti a mão no bolso de novo e vlau. Comprei.

Puts, e o pior é depois reclamo q to sem grana...